UrbScape

Malha de Portland

Portland tem uma grande variedade de padrões urbanos que derivam essencialmente da malha ortogonal de grande conectividade e eficácia. O seu estudo tipológico está patente em Portland Plan.

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Qualidade das Praças

Explorar os diversos aspectos das praças urbanas é o principal objectivo da Urban Squares. Este site foi criado em 2001 e nele estão arquivadas descrições psicogeográficas de eixos urbanos e uma colecção de praças públicas sujeita a um sistema de classificação por tipos e segundo um método de avaliação assente nos príncipios presentes na figura seguinte.

Making Spaces

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Padrão urbano

Via Landezine podemos aceder a um conjunto interessante de fachadas recuperadas da cidade de Segovia que exibem detalhes padronizados e representativos do seu passado multicultural.

Segovia pattern facades

Noutra escala, os padrões suburbanos acompanham algumas formas e ritmos destes detalhes da cidade orgânica e tradicional e para Ross Racine são  a fonte de inspiração para criar desenhos de subúrbios fictícios de baixas densidades.

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Projecto Manhattan

O que viu Henry Hudson quando olhou para Manhattan, em 1609?

Foi esta a pergunta de partida de uma equipa de ecologistas ao  reconstituirem a paisagem original da ilha, num projecto retratado na National Geographic de Setembro. Como complemento sugiro este site para analisar a sua evolução urbana.

Manahattan

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Condomínios Lacustres

Os holandeses combatem os aumentos e descidas das marés desde há séculos, construindo diques e bombas para deitar fora a água das áreas que estão abaixo do nível do mar. Agora, ao invés de lutar contra a infiltração da água nas suas terras, os holandeses estão a usá-la como parte integrante de um novo território urbano denominado “New Water“, o qual integra o primeiro complexo de apartamentos flutuante – a Citadel (Cidadela).

Citadel

Embora as casas flutuantes não sejam uma novidade, este projecto destaca-se em vários aspectos. Inclui 60 luxuosos apartamentos (construídos a partir de módulos pré-fabricados), um parque de estacionamento, um caminho flutuante, uma doca e vai utilizar menos 25% de energia do que um edifício convencional (graças à utilização da água em ténicas de arrefecimento). Cada unidade terá seu o próprio terraço, bem como um ponto de vista para o lago que circunscreve o condomínio.

Também na Holanda, duas penínsulas flutuantes da zona oriental de Amesterdão assumem uma nova interpretação do tradicional canal holandês, numa sequência repetitiva de habitações estéticamente equilibradas com as docas industriais.

Borneo-Sporenburg

Nas utopias, a webzine WebUrbanist  tem no seu arquivo 5 exemplos de cidades  flutuantes e o Discovery Channel assumiu recentemente ser possivel concretizar, com a tecnologia actualmente disponível, uma Nova Orleães em alto mar.

No conceito de ilha artificial, as Ilhas de Palmeiras no Dubai são actualmente o expoente máximo. Projecto similar esteve para avançar no Algarve mas acabou chumbado
       
O que mereceu aprovação e parece não causar danos ambientais significativos foi o projecto da Cidade Lacustre que irá ser construída sobre lagos e canais a poente da actual marina de Vilamoura. Longos passeios pedonais cruzam os lagos interligando diferentes zonas, comercial, turística e residencial, com a marina, a praia e campos de golfe. É o maior investimento da lista dos 12 projectos classificados de potencial interesse nacional (PIN) apresentada pelo Turismo do Algarve e que deste modo contornam as restrições dos planos de ordenamento territorial.
   
Cidade Lacustre

 

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Chicago

Faz 100 anos que o Plano de Chicago (1909) foi apresentado. É o documento mais conhecido na história do planeamento dos EUA. Plano de Chicago, 1909Da autoria de Daniel Burnham e promovido pelo Clube Comercial de Chicago, tinha como ambição tornar Chicago na maior cidade do mundo. Expectativas goradas, apesar do rápido crescimento verificado. Hoje é a 3.ª maior nos EUA.

Contém 143 esquemas e desenhos visionários com novos padrões de desenvolvimento urbano e novos princípios de planeamento regional. Entre eles encontramos uma rede de avenidas no estilo Haussmaniano (Carlos Balsas in Revista Urbanismo). 

 

ChicagoCom este Plano, a cidade ganhou uma matriz de crescimento e um conjunto de recomendações que ainda hoje são fonte de inspiração. É de destacar o conjunto de parques e jardins na frente urbana do lago e a sua preservação como solo de utilização pública que deve permanecer para sempre aberto e desimpedido de qualquer construção ou obstáculo. Neste espaço foi criado em 1997 um dos mais emblemáticos projectos em parques urbanos das últimas décadas, o Millenium Park.  

No início deste século foi elaborado um novo plano para suceder ao de Daniel Burnham e guiar o crescimento e as dinâmicas urbanas e regionais, promovido novamente pelo Clube Comercial de Chicago e denominado de Metropolis 2020 .

Ao nível do planeamento urbano, Chicago também ficou famosa pelos príncipios de renascimento urbano evocados na  Exposição Mundial de 1893, pelo legado de Frank Loyd Wright e pelo estudo de fenómenos urbanos da Escola de Chicago.

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A ilha dentro da cidade

O Bairro Alto é um projecto urbanístico do século XVI, resultado de uma pioneira operação intitulada de Vila Nova de Andrade. Ao nível do desenho urbano, de traçado geométrico, este Bairro representou uma nova ideia de cidade, moderna e racional. Ao nível social, é cada vez mais, um esconderijo cultural, estreitamente ligado à vida nocturna, gerador de “microclimas” artísticos, assentes em tendências urbanas emergentes, nichos comerciais vanguardistas e estreantes formas de arte.

Deste modo, o Bairro Alto tem assistido a uma crescente instalação de “ateliers” e lojas de fusão de moda e design, de lojas de antiguidades, de arte, de produtos regionais, de espaços de divulgação cultural (como livrarias e galerias), em paralelo com uma grande diversidade de restaurantes, bares, cafés e espaços lúdicos em geral.

Em virtude deste mix-comercial, o bairro projecta uma imagem de vanguarda, assumindo um posicionamento competitivo próprio, autónomo e gerador de procuras específicas e distintas da restante baixa de Lisboa.

Tarde no Adamastor

Neste contexto, e à imagem do que já foi iniciado pela vizinha Baixa-Chiado ou em Santos, e sem condicionar o florescimento comercial e cultural que o distingue, seria importante criar no Bairro Alto uma unidade de gestão, capaz de desenvolver uma estratégia de urbanismo comercial para atingir novos níveis de qualidade enquanto marca territorial, através da promoção conjunta, dinamização de eventos, reabilitação urbana e apoio aos privados e demais entidades.

      

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Atrium Faro

Desde a sua inauguração que este centro comercial, cuidadosamente integrado na malha urbana, necessita de uma loja âncora tanto para captar clientes como investidores. Após 4 anos desde a sua abertura continua practicamente vazio e em situação de devoluto. Dada a sua priveligiada localização  a instalação de uma loja âncora arrastaria novas procuras e  pequenos investidores. É numa componente comercial e de mercado que este espaço se pode tornar numa mais valia para a princípal centralidade de Faro. Qualquer outra solução diminuirá os efeitos multiplicadores que potencialmente o Atrium encerra. Igualmente fundamental é gestão do seu mix-comercial numa lógica de conjunto com a oferta envolvente. 

Tela - Vista do C. Comercial Atrium

Tela - Vista do C. Comercial Atrium

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Novos espaços urbanos – Barcelona

O conjunto de espaços públicos de Barcelona apresenta uma grande diversidade. Cada espaço é desenhado como um sitío independente e com uma identidade vincada nos seus elementos, iluminação, mobiliário ou linguagem urbana em geral.

Várias praças possuem o carácter de “praças duras” (Jan Gehl) que servem como salas de estar urbanas, vocacionadas para o encontro de pessoas. Têm superficíes e mobiliário de pedra, por vezes suavizados por árvores.

Neste tipo de praças, as concebidas em renovação após demolição de edifícios arruinados, destaca-se a Plaça de la Mercé ou da Fossar de les Moreres.

Fossar de les Moreres

Fossar de les Moreres

Em requalificações de praças existentes destacam-se os projectos da Plaça Reial ou da Plaça de Sol.

Plaça del Sol

Plaça del Sol

Nas praças para pedestres que surgiram em antigas áreas de tráfego, a Plaça de Navas, a Plaça de les Basses, Plaça dels Paisos Catalans e a grande praça em frente à estação ferroviária, são os projectos emblemáticos.
  
Plaça dels Paisos Catalans

Plaça dels Paisos Catalans

Outro tipo de espaços públicos, mais amenos, podem ser denominados de “praças de cascalho” (Jans Gehl). São lugares vocacionados para jogar, descansar, tendo em geral uma área de cascalho como elemento central. Exemplos disso são o Jardí de la Indústria e a Plaça de la Hispanitat.
    
Jardin de la Industria

Jardin de la Industria

Numerosos parques novos ou “oásis urbanos” (Jans Gehl) funcionam como grandes espaços urbanos recreativos dispersos por todos os distritos urbanos da cidade, proporcionando grande variedade de actividades. Têm a água e os espaços verdes são elementos omnipresentes.  São exemplos, o Parc del Clot, Parc de Joan Miró ou o Parc de l’Espanya Industrial.

Park del Clot

Park del Clot

Outros tipos de espaços são os passeios urbanos, boulevares modernas e dinâmicas, novas interpretações do conceito de Rambla. Aqui, diferentes fluxos coexistem, como na Avinguda d’Lcària ou Avinguda de Gaudi.
  
Avinguda de Gaudi

Avinguda de Gaudi

Neste último tipo, também se podem segmentar tipos de espaços mais compactos como a Via Júlia, o Passeig de Picasso, ou o porto. Apresentam tráfego mais linear e uma disposição mais fixa dos seus elementos.
   
Passeig de Picasso

Passeig de Picasso

O passeio maritimo de Barcelona é vocionado para o encontro da cidade com o mar, com elementos de grande detalhe nos acabamentos e nas soluções que apresentam, como se pode ver no Passeig Nacional – Moll de la Barcelona.
   
Moll de la Barcelona

Moll de la Barcelona

 

Extra: Conexão para Planeamento Urbano de Barcelona

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