Legible London é o novo sistema de orientação da circulação pedestre na capital Britânica. A sinalética concebida facilita a legibilidade urbana, as visitas turísticas e o acesso a transportes públicos.
Os holandeses combatem os aumentos e descidas das marés desde há séculos, construindo diques e bombas para deitar fora a água das áreas que estão abaixo do nível do mar. Agora, ao invés de lutar contra a infiltração da água nas suas terras, os holandeses estão a usá-la como parte integrante de um novo território urbano denominado “New Water“, o qual integra o primeiro complexo de apartamentos flutuante – a Citadel (Cidadela).
Embora as casas flutuantes não sejam uma novidade, este projecto destaca-se em vários aspectos. Inclui 60 luxuosos apartamentos (construídos a partir de módulos pré-fabricados), um parque de estacionamento, um caminho flutuante, uma doca e vai utilizar menos 25% de energia do que um edifício convencional (graças à utilização da água em ténicas de arrefecimento). Cada unidade terá seu o próprio terraço, bem como um ponto de vista para o lago que circunscreve o condomínio.
Também na Holanda, duas penínsulas flutuantes da zona oriental de Amesterdão assumem uma nova interpretação do tradicional canal holandês, numa sequência repetitiva de habitações estéticamente equilibradas com as docas industriais.
Nas utopias, a webzine WebUrbanist tem no seu arquivo 5 exemplos de cidades flutuantes e o Discovery Channel assumiu recentemente ser possivel concretizar, com a tecnologia actualmente disponível, uma Nova Orleães em alto mar.
O que mereceu aprovação e parece não causar danos ambientais significativos foi o projecto da Cidade Lacustre que irá ser construída sobre lagos e canais a poente da actual marina de Vilamoura. Longos passeios pedonais cruzam os lagos interligando diferentes zonas, comercial, turística e residencial, com a marina, a praia e campos de golfe. É o maior investimento da lista dos 12 projectos classificados de potencial interesse nacional (PIN) apresentada pelo Turismo do Algarve e que deste modo contornam as restrições dos planos de ordenamento territorial.
Unlike é um Guia Turístico urbano com uma perspectiva fresca direccionada para a Mobile Generation. Disponibilizando online e através de aplicação iphone para usufruto em tempo real, selecciona, agrega e recomenda os melhores restaurantes, bares, clubs, hoteis, museus, lojas, eventos e locais para escapismo. Amsterdam, Barcelona e Berlin são algumas das cidades disponíveis e destaque ainda para o design monocromático e apelativo do site. Como acompanhamento, ouça no CitySounds.fm as músicas que estão na moda em cada cidade.
Em posição dominante sobre a foz do rio Arade, é o maior castelo da região algarvia e o mais visitado. Construído pelos árabes Almóadas no século XI, o Castelo de Silves é hoje um local de usufruto cultural e paisagístico, relembrando a grandiosidade que a civilização islâmica alcançou no Algarve. Durante este período, Silves afirmara-se como capital, sendo conquistada numa segunda tentativa em 1246.
O Castelo de Silves é constituído por muralhas vermelhas – construído em grés vermelho da região e taipa – e tem planta de polígono irregular, na qual se salientam 4 torres. No interior do castelo encontram-se numerosos vestígios da ocupação muçulmana, como uma cisterna árabe, jardins islâmicos e agora também uma casa de chá.
Considerado monumento nacional desde 1910, foi alvo de importantes obras de restauro nas décadas de 1930 e 1940. As intervenções agora desenvolvidas permitiram a consolidação e reconstrução das ruínas arqueológicas. Foram instalados passadiços em madeira e construídas infra-estruturas que permitem a uma visita mais completa e a realização de espectáculos.
A vitalidade dos centros históricos ocupa hoje um lugar de destaque nos discursos relacionados com o urbanismo. Por várias razões, mas sobretudo devido à consciencialização generalizada de que é necessário colocar um travão à expansão das cidades à custa do esvazimento dos seus próprios centros. A lógica é redireccionar o crescimento para o seu interior, consolidando centralidades e a unidade urbana.
Agora e com a aprovação do Novo Regime Jurídico de Reabilitação Urbana, os instrumentos e modelos de gestão deverão continuar a evoluir numa óptica de gestão integrada e estratégica, capaz de concretizar e dinamizar programas de acção que integrem a reabilitação física, demográfica, económica e cultural (ver Temple Bar). As Sociedades de Reabilitação Urbana (SRU Porto, por exemplo) criadas em 2004, abriram caminho para este novo nível de gestão ao qual importa garantir mais condições de planeamento e execução. Um dado importante é a figura do Plano Pormenor de Reabilitação Urbana que consagra formas de intervir em áreas urbanas alargadas.
O conceito de reabilitação está há muito identificado pela Geografia Urbana.As principais notas para uma nova ideia de reabilitação recaem nas dinâmicas residenciais e atracção das novas procuras actualizando as exigentes centralidades históricas às necessidades actuais. Para tal, a reabilitação deverá ser menos conservadora integrando novas soluções, menos intransigente nas regras adequando as tipologias dos imóveis e dos estabelecimentos comerciaisou realizando renovações pontuais.
Importa salientar a componente de revitalização funcional. Esta implica um certo risco, nomeadamente o de conjugar o apoio e a promoção de novas actividades com a manutenção das tradicionais, pelo que se deve aproveitar as virtudes do ordenamento comercial e das estratégias de urbanismo comercial para consagração de um ambiente comercial competitivo para todos.
É um dos bairros mais populares do centro histórico de Dublin. Durante os anos 90 foi alvo de um projecto de reabilitação que inverteu a dinâmica de despovoamento e de desqualificação social, funcional e paisagística, e tornou Temple Bar num local vibrante e cheio de vitalidade. Este processo de reabilitação assentou num projecto claro e mobilizador de afirmação de Temple Bar como bairro cultural de Dublin.
A estratégia de reabilitação urbana adoptada e gerida por uma unidade de gestão própria do bairro, é considerada uma das experiências de maior sucesso na Europa. A reabilitação arquitectónica e urbanística do bairro foi acompanhada por um programa abrangente para a área cultural, residencial, comercial e promocional. Esta visão integrada de conjunto, com medidas articuladas entre si, acabou por substanciar uma visão estratégica forte e coerente, determinando o sucesso final.
A componente de reabilitação mais dura e fisica procurou privilegiar, sempre que possivel, o restauro dos edifícios recuperando antigos fogos e adaptando-os para uso residencial (a par de medidas de recuperação demográfica). É importante salientar que não se renunciou à produção de habitação em novas construções nem à abertura de novas praças e ruas.
Concluída a 1.ª fase da estratégia, a economia da cultura foi fomentada através do investimento público em novos equipamentos e instituições de interesse artístico nas áreas do audiovisual, multimédia e artes gráficas. Em concreto, dinamizando os seus programas culturais, realizando cursos de formação e treino de artistas e reinvestindo as receitas na manutenção de espaços a baixo custo para artistas e empresas do sector cultural.
Em termos de gestão, destaque também para a revitalização funcional do bairro e dinamização do comércio através de uma eficaz acção de marketing junto de potenciais investidores e da gestão estratégica e coordenada dos novos estabelecimentos (tal como um centro comercial), dando previlégio às empresas do sector cultural. O ambiente urbano criado acabou por atrair empresas vocacionadas para o lazer, para a restauração (hoteis, pubs, restaurantes) moda, antiguidades, design e decoração.
Ao nível do marketing territorial referir que a marca Temple Bar procura ser um sinónimo de modernidade, irreverência e cosmopolitismo, através de capanhas de publicidade nos media, na aposta na animação de rua e na programação cultural.
Via 5.ª Cidade podemos analisar um artigo sobre Parques Temáticos, onde é reflectida a sua importância enquanto “perpetuadores do património imaterial (…) numa tentativa de não esquecer o passado e de preservação da memória”. É analisado o seu conceito, enquadramento histórico, tipos e a sua situação actual ao nível nacional e internacional. É também referida a função que os shopping temáticos assumem nesta vertente, a par dos eventos culturais, de curto espaço de tempo, que moldam um centro ou uma vila a uma determinada temática histórica.
Saliento o alerta deixado de que no país não existe um parque que faça referência aos Descobrimentos e neste ponto relembro o potencial muito forte de Lagos para o acolher. Já existe projecto e também irá a votos nestas autarquicas, podendo vir a integrar a oferta de produtos culturais e de ícones urbanos relacionados com a interpretação das descobertas, nomeadamente o Festival dos Descobrimentos (Desfile, Roteiro Gastronómico, Feira Quinhentista). Em proposta, o Parque das Descobertas é um parque temático (botânico e cultural) constituído por um conjunto de jardins evocativos das diferentes culturas com que os portugueses contactaram e interagiram durante a Epopeia dos Descobrimentos. O equipamento conjuga a vertente científica ligada à história, botânica e fauna, com a vertente lúdica e turística.
Está disponível o Estudo de Caracterização do Turismo no Espaço Rural e do Turismo de Natureza em Portugal, realizado pelo Instituto de Estudos Sociais e Económicos (IESE). Recordo que no final de Maio foi feita uma correcção ao PENT (Plano Estratégico Nacional de Turismo) que consagrou o Turismo de Natureza como um produto estratégico para o Algarve, ou seja, produto financiado.
E para quem somente ande à procura de alojamento, restauração e actividades na Costa Alentejana e Vicentina, aqui fica um site com boas sugestões.
De fazer crescer água na boca. De 6 a 14 de Junho, pode provar os pitéus algarvios, confeccionados de propósito para o evento Sabores do Algarve que decorrerá em 80 restaurantes de Aljezur a Alcoutim.
Linguado com amêijoas, galinha corada no forno com batata-doce, cozido de grão, ensopado de javali, arroz de marisco e sargo grelhado da Costa Vicentina são alguns dos pratos.
E como a boa comida pede uma boa bebida, a ementa incluirá uma carta de vinhos produzidos na região. Brancos, tintos e rosés darão o toque de requinte à refeição que terminará com as doces sobremesas tradicionais, como os fritos de Aljezur com mel de rosmaninho ou os dom-rodrigos e claro, um bom digestivo.
A iniciativa é organizada pelo Turismo do Algarve. Faça download do Guia do evento e veja o spot promocional.